Cláudio Luiz Antunes, nasceu na cidade da Serra em 05 de novembro de 1969, filho de Chrispiniano Zózimo Antunes e Cláudia Correa Antunes, família tradicional da Serra. Sob influência de seu pai, que era músico autodidata e tocava flauta e gaita, Cacau, como é conhecido, iniciou seus estudos de música na Sociedade Musical Estrela dos Artistas sob a regência do Ilustre Maestro Antísthenes Loureiro, aos 11 anos de idade. Seu primeiro instrumento foi um clarinete de 13 chaves, aventurou-se ainda no trompete e bombardino, mas não se adaptou, permanecendo no clarinete. Logo começou a desenvolver habilidades no clarinete e com isso, começou a receber solos que o incentivam a estudar mais ainda.

Com o passar do tempo e a musicalidade mais desenvolvida, interessou-se pelo saxofone, que mais tarde veio a ser seu instrumento oficial. Por seu destaque, aos 16 anos recebeu do Maestro Antísthenes a missão de auxiliar nas aulas de música, com isso, Cacau participou da formação de vários músicos que integraram a Banda Estrela dos Artistas. Foi aluno da Escola Serrana e por já fazer parte da SMEA, logo passou a integrar também a banda da escola, chamada “Fundação Lourenço Brás” e que mais tarde recebeu o nome de “Banda Marcial Escola Serrana”, nesta, Cacau ocupava a posição de corneteiro.

Aos 18 anos, teve a oportunidade de reger pela primeira vez, através de um pedido feito por Galbo e Antísthenes para que acompanhasse a Banda na posição de regente à uma apresentação no município de Vitória. A partir desta experiência, surgiu o interesse pela regência e o desejo de capacitar-se para assumir tal posição. Não demorou para que tivesse destaque também na Escola Serrana, logo passando a ajudar o professor nas aulas de músicas e posteriormente assumindo a liderança da banda com a qual participou de diversos eventos dentro e fora do estado, inclusive uma competição na qual foram vencedores.

Na SMEA, firmou-se saxofonista, viajando sempre com os amigos para tocar em bailes e carnavais em outras cidades e até mesmo outros estados. Neste período, Cláudio ingressou na Escola Técnica do Espírito Santo, no curso de Edificações. Segundo ele, o real objetivo era mesmo o de fazer parte da Banda, que na época era premiada e considerada uma das melhores. Logo conseguiu ingressar e foi aluno do Maestro Célio de Pádua que estava transformando o estilo da banda que era marcial, para uma Big Band, deixando-o fascinado. Foi assim que conheceu um pouco mais do jazz, pop e mpb. Viajou com esta banda para diversos lugares e guarda com carinho um certificado que recebeu em um encontro de bandas na Paraíba.

Em 1989, quando concluiu os estudos na Escola Técnica, recebeu um convite do Maestro Colibri para participar da banda “Novas Emoções”, que estava fazendo temporada em Guarapari. Apresentou-se com o grupo durante todo o verão, tendo como uma experiência inesquecível. Foi com os amigos Colibri, Itamar e Ademir da Silva – saxofonista, trompestista e trombonista, respectivamente, que aprimorou os conhecimentos sobre arranjos, divisão e dinâmica de naipes. Posteriormente, voltou a dedicar-se novamente às Bandas Estrela dos Artistas e Marcial

Escola Serrana.

Em 2001, ingressou na Escola de Música do Espírito Santo – EMES para estudar saxofone, por lá permanecendo durante 03 anos. Transformou o estilo da Banda da Escola Serrana, saindo do seguimento marcial e tornando-a Banda de Música da Escola Serra. Por volta do ano de 2005, com muita dedicação, desenvolveu a banda que se tornou uma Big Band, apresentando-se em diversas ocasiões como a inauguração do Terminal de Jacaraípe, reinauguração da Biblioteca e inauguração do Museu Municipal e também apresentação no palco durante a Festa da Serra. Formou vários músicos – incluindo seu filho mais velho Christiano que como o pai, tornou-se saxofonista, que mais tarde o acompanharam para a Banda Estrela dos Artistas quando foi chamado para assumir oficialmente a batuta, em 2008.

A partir daí, com a experiência adquirida e a liberdade concedida pela diretoria e músicos, trouxe novos ares para a banda, como um repertório mais diversificado e popular, a inclusão de novos instrumentos como a bateria, piano elétrico, guitarra e baixo. Foi sob a regência do então Maestro Cláudio, que a SMEA participou pela primeira vez de um encontro de bandas fora do Estado. Com essa repaginada, a Banda era elogiada por onde passava e conquistou ainda mais o coração do povo serrano. Passou a apresentar-se regularmente no palco nos festejos de fim de ano da Serra.

No ano de 2012, viajou ao Rio de Janeiro para participar de um curso oferecido pelo Painel Funarte na UFRJ, com o Professor Marcelo Jardim, onde teve a experiência de reger uma banda sinfônica, que foi formada durante o curso para aperfeiçoamento de diversas habilidades pertinentes à regência. Neste curso, conheceu vários Maestros de diversos e estados e pode trocar experiências e abrir seus horizontes para dar mais um passo em sua carreira, que era ingressar em um curso superior. Em 2013, prestou vestibular para a Faculdade de Música do Espírito Santo – FAMES, sendo aprovado em 3º lugar no curso de Licenciatura. Aproveitando as oportunidades oferecidas pela faculdade fez cursos de musicoterapia, percussão corporal e ensino de música na educação especial.

Atualmente, Cláudio permanece dedicando-se à banda, como Maestro e também como professor. Cacau afirma nunca ter esquecido de todos os ensinamentos e incentivo que recebeu do grande Maestro Antísthenes e sente-se muito feliz por poder seguir carreira naquilo que ama. Porém, sente que para tornar-se 100% realizado, precisa conseguir elevar a Banda Estrela dos Artistas ao nível de banda sinfônica e realizar o desejo de montar um coral na instituição.

 

A música é um fenômeno universal, que está presente na história de todos os povos e civilizações, em todo globo, desde a pré-história. E, desde os primórdios, a música faz parte do dia-a-dia das comunidades, se manifestando de diferentes maneiras, em ritos, festas e celebrações das mais diversas.

Na verdade, é praticamente impossível encontrar uma pessoa que não gosta de ouvir, cantar e dançar. Desde a mais tenra idade vivenciamos muitas experiências ouvindo e cantando em casa e em tantos outros lugares, com os mais diversos fins. Assim, é patente em todas as esferas de nossa sociedade que a música tem um papel primordial como forma de lazer e na socialização das pessoas, pois ela cria e reforça laços sociais e vínculos afetivos. Além disso, a Música exerce um relevante papel na formação cultural das pessoas, por meio do repasse de idéias, informações e conceitos, servindo para o aprimoramento do aprendizado.

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